quinta-feira, 18 de maio de 2017

CIL 2017 - Programa definitivo


CIL 2017 - Normas


CIL 2017 - Programa provisório

Aproxima-se a final do Concurso Intermunicipal de Leitura.
Eis o programa (provisório)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Quadras ao gosto popular

Quadras ao gosto popular
Fernando Pessoa

Cantigas de portugueses
São como barcos no mar -
Vão de uma alma para a outra
Com riscos de naufragar.

Eu tenho um colar de pérolas
Enfiado para te dar:
As per'las são os meus beijos,
O fio é o meu penar.

Se ontem à tua porta
Mais triste o vento passou - 
Olha: levava um suspiro...
Bem sabes quem to mandou...

Entreguei-te o coração,
E que tratos tu lhe deste!
É talvez por 'star estragado
Que ainda não mo devolveste…

A caixa que não tem tampa
Fica sempre destapada.
Dá-me um sorriso dos teus
Porque não quero mais nada.

Tens o leque desdobrado
Sem que estejas a abanar.
Amor que pensa e que pensa
Começa ou vai acabar.

Duas horas te esperei
Dois anos te esperaria.
Dize: devo esperar mais?
Ou não vens porque inda é dia?

Toda a noite ouvi no tanque
A pouca água a pingar.
Toda a noite ouvi na alma
Que não me podes amar.

Dias são dias, e noites
São noites e não dormi...
Os dias a não te ver
As noites pensando em ti.

Trazes a rosa na mão
E colheste-a distraída...
E que é do meu coração
Que colheste mais sabida?

Depois do dia vem noite,
Depois da noite vem dia.
E depois de ter saudades
Vêm as saudades que havia.

No baile em que dançam todos
Alguém fica sem dançar.
Melhor é não ir ao baile
Do que estar lá sem lá estar.

Rosmaninho que me deram,
Rosmaninho que darei,
Todo o mal que me fizeram
Será o bem que eu farei.


Tenho um relógio parado
Por onde sempre me guio.
O relógio é emprestado
E tem as horas a fio.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Blogando, espalharei por toda a parte...

AMAR PELOS DOIS

Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi p’ra te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender
Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Artes Visuais 2016-2017 - Retrospetiva

De 11 a 25 de maio,
Exposição
«Artes Visuais 2016-2017 - Retrospetiva»

Vários Autores, Costa Nova, acrílico sobre tela
Um dos trabalhos da exposição.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Faz a tua LISTA DE DESEJOS para... a BIBLIOTECA ESCOLAR

Que
      LiVrOs
            rEvIsTaS
                 FiLmEs
                        jOrNaIs
                                     ...
gostarias que a tua Biblioteca Escolar tivesse?

[Deixa algumas sugestões em «enviar um comentário», no final desta mensagem. Se preferires, dirige-te diretamente à Biblioteca e pede para que se registe o que tens para dizer.]

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Corredor das Artes - Exposição: «Linhas»

De 2 a 11 de maio, o Corredor das Artes (Escola Secundária de Vagos) acolhe a Exposição «Linhas». Dela fazem parte trabalhos de alunos dos 7.os anos, das turmas C, D, E, F e G, realizados nas aulas de Educação Visual, no âmbito do estudo da linha como elemento da linguagem visual e das artes visuais.
A não perder!
A professora: Guida Alegrio















quarta-feira, 26 de abril de 2017

Poema para maio

"Perguntas de um operário letrado"
poema
de
Bertolt Brecht
dito
por
Mário Viegas


43.º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL DE 1974

Assinalámos o aniversário do 25 de Abril com algumas iniciativas:
  • sugestões de leituras
  • exposição bibliográfica
  • produção de cravos de papel
  • música ao vivo
  • ...


Guilherme Martins a interpretar Pedra Filosofal, de António Gedeão.

Uma pintura de Vieira da Silva (XXV ABRIL 1974) serve de paleta artística para tintas livros livres e cravos vermelhos. Uma urna brota do chão como pedra angular.

As cores da liberdade ou a arma que dispara esperança.



Abril?
Sempre!